Grupo Novo Rock - Tópico Oficial dos GNR

  • PTblackout 28 Ago 2011 21:47:40 3,602 posts
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    Página Oficial: http://www.osgnr.com/

    Biografia:

    É em 1981 que a banda da cidade do Porto edita o seu o seu primeiro registo em vinil, então intitulado “Portugal na CEE”, seguido de “Sê um GNR”. A crítica rende-se rapidamente ao trabalho da banda, pois compreende que de facto é possível a existência de uma banda pop rock coerente e inteligente, capaz de elevar-se à qualidade do que se produz no estrangeiro. Prova disso são os memoráveis concertos nos antigos estádios de Alvalade e das Antas, cerca de uma década depois, que contam com a presença de mais de 75.000 fãs. Vêm sem dúvida constatar que o grupo consolidou uma carreira que atravessou todas as estações da música moderna portuguesa dos últimos vinte anos e saiu incólume.

    Numa era em que a música estrangeira veio invadir o mercado nacional de forma massiva, os GNR, de forma muito perspicaz, vieram contradizer esta tendência. Nos dias de hoje o trio Reininho, Machado e Romão – que são actualmente o pilar central do grupo – ainda se mantém verdadeiramente fiel na valorização da língua e cultura portuguesas.

    Uma geração começa finalmente a reencontrar-se e vários são os temas que se destacam de imediato. Basta recordar “Dunas”, do álbum Os Homens Não Se Querem Bonitos – “Efectivamente”, do quarto disco Psicopátria – “Ana Lee”, “Sub-16”, “Sangue Oculto” ou “Pronúncia do Norte” – do álbum Rock in Rio Douro, de 1992. Foram, e ainda são, temas que rapidamente conquistaram as playlist das mais diversas rádios nacionais.
    Os vários trabalhos dos GNR caminham, inevitavelmente, para um sucesso estrondoso. A recompensa merecida por um trabalho árduo e persistente traduz-se em cinco Discos de Platina: um com In Vivo e quatro (160 mil álbuns vendidos) com Rock in Rio Douro.

    A primeira de três compilações lançadas – Tudo o Que Você Queria Ouvir, em 1996 (seguida de Câmara Lenta, em 2002, e de ContinuAcção, em 2006) – agrupa os temas de maior êxito da banda, sendo apenas possível em CD duplo.

    Com Popless, gravado no início do novo milénio, o grau de maturidade dos GNR, procurado desde a segunda metade dos anos 90, é atingido. O segundo tema – “Asas (Eléctricas)” – leva novamente a banda às playlist das rádios, uma vez que dá vida e cor ao primeiro telefilme da SIC (“Amo-te Teresa”), que obtém um largo sucesso à escala nacional. Também um tema inédito incluído na segunda compilação, Câmara Lenta – 16 Slows do Melhor GNR, editado em 2002, é escolhido para o genérico de uma telenovela com título homólogo da TVI: “Nunca Digas Adeus”.

    O grupo, caracterizado pela sua energia sem limites, grava nesse mesmo ano um novo álbum. Do Lado dos Cisnes, que marca um retorno à garagem, às guitarras pop e à canção curta e despachada, com um leve toque de cinismo sarcástico ausentes há uns tempos da escrita do grupo.
    Em 2006, os GNR comemoram 25 anos de existência. No início desse ano é lançado um álbum de tributo ao grupo, intitulado Revistados 25-06, onde os temas que já fazem parte da nossa memória colectiva são interpretados por nomes do hip-hop, reggae e R&B nacional: NBC, Virgul (Da Weasel), Expensive Soul, Melo D, Guardiões do Subsolo, entre outros.

    O segundo acto comemorativo dos 25 anos de carreira é celebrado com o lançamento de Continuacção – O Melhor dos GNR Vol.3. Um álbum duplo, com muitos temas nunca editados em CD e com dois temas inéditos: “Continuação” e uma versão estrondosa de “Quero Que Tudo Vá P’ró Inferno”, de Roberto Carlos. Com este tema, rapidamente os GNR sobem para o top de músicas mais ouvidas nas rádios, mantendo-se em primeiro lugar por semanas a fio.

    Contra factos não há argumentos e a participação no Rock in Rio – Lisboa 2006 comprova o estatuto que o grupo mantém no panorama musical português. A banda sobe ao Palco Mundo encerrando o festival, num dia que contou com muitos nomes sonantes da música internacional e em que milhares de fãs festejam o aniversário da banda.

    A terceira comemoração dos GNR, ainda em 2006, dá-se com os memoráveis espectáculos nos Coliseus do Porto e de Lisboa, em Outubro. Esgotados em pouco tempo, são alvo de grande parte da comunicação social, recebendo favoráveis críticas, sobretudo pelo seu aspecto inovador e pelos novos arranjos dos temas. As noites contam com as participações especiais de NBC, Sónia Tavares e Legendary Tiger Man.

    Vinte e cinco anos volvidos do primeiro single – com 13 álbuns gravados e vários prémios conquistados –, os GNR tornaram-se um ícone do panorama musical português, marcando um estilo muito próprio do pop rock nacional. Boas razões para a comemoração de uma brilhante carreira.

    Esse ano e 2007 traduzem-se numa série de espectáculos ao vivo por todo o país. A digressão percorre várias localidades de norte a sul, de onde se destacam os convites para iniciativas como o “Mega Concerto Visão” (Revista Visão, que editou a colecção “As Músicas da Nossa Vida” – álbuns de várias bandas nacionais) e “Vodafone SoundClash”, ambos no Pavilhão Atlântico, ou o espectáculo no Zénith de Paris.

    Em 2008, uma super-produção marca a carreira do grupo: no dia 18 de Abril os GNR sobem ao palco do Pavilhão Atlântico com a Banda Sinfónica da GNR. Mais de 25 anos depois do início da polémica, o mito dissolve-se: o Grupo Novo Rock e a Guarda Nacional Republicana fazem história num concerto memorável. Sob direcção do Tenente Coronel Jacinto Montezo, impulsionador do projecto, 120 músicos dão vida a 18 temas intemporais do grupo portuense. Com arranjos de orquestra minuciosos, pela mão de Vasco Azevedo, Pedro Moreira, Filipe Melo, Hugo Novo e Mário Laginha, o alinhamento do espectáculo é cantado em tons de festa por mais de 8.000 fãs incondicionais. O espectáculo passa pelas cidades de Coimbra e Guimarães ainda nesse ano.
    No ano seguinte, os GNR continuam na estrada, com concertos um pouco por todo o país. Destaque para um espectáculo especial na Casa da Música, na noite de São João, e também para o grande concerto de passagem de ano nos jardins da Torre de Belém, em Lisboa.

    Já em 2010, a banda entra em estúdio para gravar aquele que será o sucessor de Do Lado dos Cisnes. Pela primeira vez na história dos GNR, as gravações decorrem em estúdio próprio. “Rei do Roque”, o primeiro single deste novo disco, é divulgado semanas mais tarde e desde logo é bem recebido pelas rádios e pelos fãs do grupo. A 30 de Abril, os GNR apresentam no Centro Cultural Olga Cadaval algumas das novas canções que farão parte do tão aguardado álbum e aproveitam para divulgar o título deste novo trabalho: RetroPolitana.

    Discografia:

    1982 | Independança | EMI – Valentim de Carvalho
    1984 | Defeitos Especiais | EMI – Valentim de Carvalho
    1985 | Os Homens Não Se Querem Bonitos | EMI – Valentim de Carvalho
    1986 | Psicopátria | EMI – Valentim de Carvalho
    1989 | Valsa dos Detectives | EMI – Valentim de Carvalho
    1990 | In Vivo | EMI – Valentim de Carvalho
    1992 | Rock In Rio Douro | EMI – Valentim de Carvalho
    1994 | Sob Escuta | EMI – Valentim de Carvalho
    1996 | Tudo o Que Você Queria Ouvir | EMI – Valentim de Carvalho
    1998 | Mosquito | EMI – Valentim de Carvalho
    2000 | Popless | EMI – Valentim de Carvalho
    2002 | Câmara Lenta | EMI – Valentim de Carvalho
    2002 | Do Lado dos Cisnes | EMI – Valentim de Carvalho
    2006 | Continuacção | EMI Music Portugal
    2010 | Retropolitana | Farol Música
    2011 | Voos Domésticos

    Faixa 1 do novo álbum Voos Domésticos: Cais
    http://www.youtube.com/watch?v=d3YFMzrXsQ8
  • amaral 30 Ago 2011 14:49:09 1,054 posts
    Visto 2 anos atrás
    Registado 9 anos atrás
    a banda do meu pai na altura dx anos 80 ganhou um concurso de 200 bandas onde entraram GNR Chutos e pontapés etc
  • PTblackout 17 Nov 2011 01:38:33 3,602 posts
    Visto 3 anos atrás
    Registado 11 anos atrás
    Sábado espera-me o coliseu.
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