Feedback de jogos terminados Página 43

  • TL16199 5 Jun 2017 19:04:57 1,818 posts
    Visto 17 horas atrás
    Registado 5 anos atrás
    @DR--K3 Realmente este e o GTA IV são jogos que não consigo perceber como tiveram notas tão altas, ainda este fim de semana acabei o Killzone 3 que melhorou bastantes coisas em relação ao seu antecessor (campanha mais variada, história mais interessante, jogabilidade ligeiramente mais fluída), mas mesmo está longe de ser um candidato a GOTY (daqui a uns tempos ponho aqui a minha review).

    Eu compreendo o que este jogo estava a tentar atingir em termos de jogabilidade, e tal como tu respeito isso, mas é inegável que têm vários problemas especialmente na cobertura. E também, isto é uma opinião pessoal, mas acho que tentarem colocar realismo num FPS Sci-Fi não faz muito sentido.

    E sim a inteligência artificial está mesmo excelente, das melhores que já vi num FPS, mas como disseste a física é outro grande problema pois perdi a conta das vezes que parecia que os inimigos não reagiram aos meus tiros e isso era muito frustrante (felizmente melhoraram isso no 3).

    Para mim do que joguei este é o mais fraco da saga (ainda não joguei o Shadow Fall e o da PSP), aliás o que mais gostei foi o da Vita, depois o 3, o 1 e por fim o 2.

    Por curiosidade que notas davas a este jogo?
  • DR--K3 6 Jun 2017 01:59:37 3,980 posts
    Visto 30 minutos atrás
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    @TL16199 Pois foi, esqueci me de referir isso: o sistema de cobertura é dos piores que vi. OK que foi numa altura onde os cover systems ainda nao estava bem disseminados, mas pelo que ouvi dizer o Gears of War já tinha um dos melhores sistemas de cobertura de sempre e era de 2006, por isso essa desculpa nao funciona.

    Normalmente nao dou notas ao que jogo, mas se quisesse usar como critério o sistema de notas geral dado pelos profissionais, dava um 75, talvez 80 se o online fosse tão bom como ouvi dizer que costumava ser.
  • TL16199 6 Jun 2017 22:23:08 1,818 posts
    Visto 17 horas atrás
    Registado 5 anos atrás
    @DR--K3 Felizmente melhoram o sistema de cobertura no 3, que mesmo que continue com algumas falhas, está melhor.

    Realmente ouvi falar muito bem do online deste jogo, mas agora já ninguém lá jogo. Mas gostava de ter experimentado na altura em que o jogo saiu.
  • TL16199 11 Jun 2017 21:40:22 1,818 posts
    Visto 17 horas atrás
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    Wolfenstein: The Old Blood (PS4): 8/10

    Pontos Positivos:
    + A história é muito boa, mesmo não sendo das melhores que já vi, dá suporte ao jogo. As personagens são todas bastantes interessantes e carismáticas, incluindo o protagonista (o que é raro num FPS). Os vilões também estão muito bem feito e são bastante ameaçadores e carismáticos. A história têm um excelente ritmo, sempre muito emocionante e com várias reviravoltas e momentos surpreendentes que nos ficar agarrados ao jogo. Resumindo, a história não é o grande foco do jogo, mas mesmo assim é boa e torna o jogo mais emocionante.

    + A jogabilidade é das melhores que há vi num jogo. Os controlos são muito fluídos e funcionam muito bem, possuímos uma grande variedade de armas e em certos momentos podemos conduzir uns veículos que são muito divertidos de se utilizar. A inteligência artificial dos inimigos também está boa, e por vezes eles bastante desafiantes, mas na piro parte das vezes é devido a sua grande quantidade. O jogo, em certos momentos, dá-nos a liberdade de sermos Steath ou entrar a matar (só é pena o Stealth ser um pouco limitado). Este jogo também conta com um sistema de evolução que é pouco diferente do normal, pois ao contrário de outros jogos a nossa personagem vai evoluindo automaticamente à medida que vamos jogando, ou seja se utilizarmos muitas vezes uma Shotgun esta vai evoluir, dessa forma irá conseguir ter mais munições e tirar mais dano aos inimigos. Eu gostei bastante deste aspecto, pois a nossa personagem vai evoluindo ao longo do jogo sem termos de andar por menus a evoluir os vários aspectos da personagem. Resumindo, para quem gosta de FPS este é mais que obrigatório, pois a sua jogabilidade é muito divertida.

    + Os gráficos deste jogo são muito bons e dão um bom suporte ao jogo. Os cenários estão todos muito bonitos e detalhados, cheios de pormenores que nos fazer ficar imersivos no jogo. As personagens também estão bastante bem detalhados e com umas excelentes expressões faciais. O jogo também possui efeitos de luz e fumo bastante bem feitos e também possui umas texturas bastante boas. O jogo também é bastante fluído (corre a 60 FPS) e ao longo de todo o jogo não teve uma única quebra de fluidez. Em resumo, não inova em termos de gráficos, mas não deixa de estar bastante bonito visualmente. Em termos de som, a banda sonora é boa e dá um excelente suporte à ação do jogo. O trabalho de vozes também é de grande qualidade, assim como os sons ambientes.

    Pontos Negativos:
    - Sendo uma expansão ao Wolfenstein: The New Order é um pouco curto (demorei 6h:30 a terminar), mas tendo em conta o preço nem é grande problema.

    - Achei o Steath um bocado limitado, podiam dar mais opções como por exemplo podermos mandar pedras para distrair os inimigos ou mais caminhos alternativos para passarmos sem sermos detectados.


    Editado por TL16199 às 21:42:08 11-06-2017
  • TL16199 1 Jul 2017 17:57:13 1,818 posts
    Visto 17 horas atrás
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    Call of Duty: Modern Warfare Remastered (PS4): 7,5/10

    Pontos Positivos:
    + A história não é nada de especial, mas mesmo assim não é má de todo. O jogo têm um ritmo bastante frénico ao longo do jogo, o que nos deixa agarrados ao jogo. Os protagonistas até são carismáticos e o jogo têm algumas boas reviravoltas que nos deixa interessados no jogo. Em termos de duração, como já é normal da saga a campanha é curta, sendo possível passá-la toda num dia, mas o jogo ainda contêm o Online que é simplesmente excelente e divertídissimo de jogar e umas missões especiais que são divertidas de se fazer com um amigo.

    + Este foi o primeiro Call of Duty na guerra moderna, logo este foi o jogo que trouxe a jogabilidade que tornou a jogabilidade base de todos os jogos da série até ao Advanced Warfare. A jogabilidade é bastante fluída e frénica, com uma grande quantidade de armas para utilizarmos. A inteligência artificial dos inimigos não é excelente, mas é suficientemente boa para o jogo que é. A campanha é bastante variada, já que nós temos níveis normais de matar tudo à nossa frente, mas também temos níveis com veículos e missões furtivas, o que torna a campanha bastante divertida e variada. Este jogo também têm o Multiplayer que popularizou a série, e continua tão bom como era quando saiu. Mesmo tendo menos mapas do que o original, os mapas que temos têm um excelente design que tornam o jogo muito divertido de se jogar. Também temos uma boa variedade de modos de jogo e o Multiplayer funciona muito bem sem problemas de ligação. Resumindo, este é um dos melhores Multiplayer da saga. Também podemos jogar Multiplayer em Split-Screen, com um amigo, que é algo que é raro nos tempos actuais.

    + Os gráficos mesmo na altura em que o jogo saiu eram muitos bons, e com este Remaster os gráficos ficaram ainda melhores, parecendo mesmo um jogo recente. Os cenários em que o jogo decorre são bastante variados e estão bastante detalhados. As armas também têm bom aspecto. Os gráficos desta versão têm bastantes melhorias em relação à versão original (que para altura em que o jogo saiu, 2007, eram muito bons, mesmo havendo jogos melhores naquela altura com gráficos melhores como por exemplo Crysis ou Bioshock), como as texturas que estão excelentes e os efeitos de água, de fogo e de luz que também estão muitos bons e muito superiores à versão original. As personagens também estão com um aspecto excelente e muito melhores que a versão original. O jogo é muito fluído e nunca tive uma única quebra de fluidez (algo que acontecia na versão original) ou bugs ao longo do jogo. Resumindo, os gráficos já na versão original eram muito bons, mas neste Remaster estão excelentes e esta versão é sem dúvida a melhor versão deste jogo. Em termos de som, a banda sonora é razoável, mesmo não sendo nada de extraordinário. As vozes estão boas e o som ambiente e das armas está excelente.

    Pontos Negativos:
    - A história está cheia de clichés de filmes deste género e é muito previsível. O vilão é fraco. A campanha é muito curta.

    - No Multiplayer, temos menos mapas que na versão original.
  • akimoto 1 Jul 2017 19:40:31 5,766 posts
    Visto 2 dias atrás
    Registado 3 anos atrás
    @TL16199

    Caparam os locais de jogo do online??
    Que roubo.
  • GONCALOGS 1 Jul 2017 22:24:07 5,607 posts
    Visto 2 horas atrás
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    @TL16199 tens a certeza que há menos mapas que no original? Desconhecia isso! Sei que há uma DLC com os mapas de DLC do original mas de resto pensava que tinha todos igual a do original
  • dante21 1 Jul 2017 23:05:20 32,901 posts
    Visto 16 minutos atrás
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    @TL16199 No Old Blood só não achei a história grande coisa. No The New Order era muito melhor.
  • TL16199 2 Jul 2017 14:48:40 1,818 posts
    Visto 17 horas atrás
    Registado 5 anos atrás
    @GONCALOGS @akimoto Eu não instalei nenhum DLC por isso se calhar é por isso que tinha menos DLC que o original. Mas quando fui experimentar o online só tinha 10 mapas, ao contrário do original que tinha 16 se não estou em erro. Mas já foi à uns meses, se calhar agora já acrescentaram mais.
  • TL16199 2 Jul 2017 14:51:16 1,818 posts
    Visto 17 horas atrás
    Registado 5 anos atrás
    @dante21 Eu até gostei da história do The Old Blood, mas como ainda não joguei o The New Order não posso comparar.
  • GONCALOGS 2 Jul 2017 15:46:20 5,607 posts
    Visto 2 horas atrás
    Registado 4 anos atrás
    @TL16199 houve um update em dezembro que acrescentou os 6 mapas que faltavam gratuitamente depois saiu um pago
  • akimoto 3 Jul 2017 01:04:48 5,766 posts
    Visto 2 dias atrás
    Registado 3 anos atrás
    Capar um remaster... Só noobs na Activision :biggrin::biggrin:
  • DR--K3 30 Jul 2017 23:04:27 3,980 posts
    Visto 30 minutos atrás
    Registado 4 anos atrás
    Como passei uma grande parte das ultimas semanas no Dark Souls III, acho que ele merece uma review, apesar de ainda planear voltar a ele no futuro para NG+, NG++, online e a Platina. Mas o essencial tá feito, incluindo os DLCs, por isso acho que já estou apto para o analisar:

    Dark Souls III - Fire Fades Edition (inclui DLCs)

    Antes de mais, tenho que referir que é o meu 1º Souls, e 2º jogo da From, depois do Bloodborne. Por isso, nao sou um veterano da série e muitos aspectos me passam ao lado, mas ao mesmo tempo já estou familiarizado com a estructura e gameplay do jogo.

    Gráficos? Performance? Não sei dizer, o que sei é que tem cenários lindos e majestosos, e a maior parte das vezes não são só paisagem, são sitios por onde já passámos ou ainda iremos passar.

    O level design é das melhores componentes. Temos um open world que não se foca tanto em ser aberto mas mais em ser um labirinto, com atalhos e segredos que fazem com que a exploração brilhe, sem comprometer a sensação de liberdade.

    Já o design dos inimigos tá num nivel abaixo, quer em termos estéticos quer em jogabilidade, provavelmente pela saturação ao lançar 3 jogos em 3 anos.

    A banda sonora é fantástica, e encaixa perfeitamente no jogo. Não é preciso dizer muito mais.

    E chegamos à jogabilidade, mais propriamente, o combate - funciona bem, é viciante, mas não diria que aproveita todo o seu potencial. A fisica deixa algo a desejar, mas no geral as animações até são bastante boas. Tem uma quantidade ridicula de armas, que para quem vem do BB pode achar confuso, mas para quem estiver disposto a dedicar lhe atenção, até acaba por ser um dos pilares do jogo - descobrir armas que combinem com o nosso gosto e evoluir os stats para o estilo que pretendemos, conjugando esses 2 objectivos.

    Já em história, confesso que fiquei pouco impressionado, provavelmente por começar já no final. O arco principal é simples mas ainda tem algum apelo, mas as personagens secundárias e os dramas confusos entre elas... só me apetecia matar todos...

    O aspecto final que quero mencionar é a dificuldade, que é uma das melhores partes do jogo ao ser bastante equilibrada, ao contrário do que é dito. Não é daqueles jogos por qual passamos como uma brisa, sem qualquer atrito, mas também é raro ficar empancado nalguma parte, pois normalmente temos áreas e bosses alternativos e sempre podemos fazer uns level ups para facilitar a coisa, já que se trata fundamentalmente dum RPG.

    P.S. - afinal falta mais um: o online. Ainda o experimentei pouco, mas já tenho uma vaga ideia. Toda a experiencia é bastante peculiar e diferente do habitual, mas isso até lhe atribui um gosto especial. O coop é muito recompensador, é pena so funcionar em areas onde ainda haja um boss e nao possamos andar com os companheiros livremente.

    Já o pvp, em que muita gente dedica milhares (!) de horas, em teoria é muito divertido mas funciona com imenso lag, e que penso que seja algo intrinseco do sistema. Nao sei como os jogadores se conseguem adaptar àquilo. Se num fighting game online tivessemos 1/4 daquela latência já seria o suficiente para nos recusarmos a jogar, já que os timings sao extremamente importantes. Ainda vou ter de investigar mais sobre o assunto...

    Veredicto: altamente recomendado para todos os fans de RPGs. Recomendado para qualquer outro jogador que não se deixe assustar com reputações exageradas.

    Editado por DR--K3 às 23:05:57 30-07-2017
  • GONCALOGS 23 Ago 2017 19:27:20 5,607 posts
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    Registado 4 anos atrás
    Uncharted The Lost Legacy

    Este é o mais recente jogo da Naughty Dog, e ao que parece irá ser o último Uncharted, deixarei aqui então a minha análise:

    A história começa pouco tempo depois dos eventos de Uncharted 4, com Chloe Frazer a juntar forças com Nadine Ross para encontrarem o artefacto Tusk of Ganesh, mas terão de lutar contra a guerrilha de Asav, que quer encontrar também o artefacto. O jogo tem lugar maioritariamente numa selva na Índia e os cenários são impressionantes, do melhor na série, a vegetação, fauna e água no jogo estão também impressionantes de facto é um dos jogos mais bonitos desta geração, o gameplay é o mesmo que nos anteriores não havendo grandes diferenças, houve a inclusão de um sistema de lockpick de caixas, nada de muito complexo, e a adição de uma pistola silenciadora que permite uma nova dinâmica no combate furtivo, em termos de colecionáveis temos os do costume, tesouros e conversas opcionais, mamas desta vez temos opurtonidades de tirar fotos como no Life is Strange com o telemovel da Chloe ( um Sony claro) e temos 11 tokens que quando coleccionadas nos darão acesso a uma pulseira especial.

    Este é também o jogo da série com mais puzzles nada de muito complicado mas a inclusão deles já é de louvar, ao contrário de Uncharted 4, é nos apresentado durante um dos capítulos uma área aberta á exploração onde perderão se quiserem fazer tudo o que está are permite cerca de 2 a 3 horas. Falando um pouco em história tal como no Uncharted 4, houve uma humanização das personagens, conhecemos mais do passado das personagens e Chloe não será mais vista somente como a rapariga atrevida do 2 e a Nadine como a "vilazinha" do 4, e a relação entre as 2 e os seus diálogos são igualmente muito bons, através dos diálogos que vão tendo , vamos assistindo a uma evolução na relação das duas, se no início ambas se vêm com desconfiança mais para o final veremos um diálogo mais aberto

    Vamos agora ás falhas é inegável o facto de ser muito parecido com Uncharted 4, temos novamente as mecânicas das cordas, e no geral o level design já não surpreende depois de cinco jogos, já não ficamos 5 minutos á procura da saída porque é como se já soubéssemos onde a ND mete as saídas, apesar de correr bastante estável, notei no capítulo 9 algumas quebras de fps, de resto o jogo corre liso a 30fps na PS4 normal ( que foi onde eu joguei), por fim quanto á sua longevidade demorei cerca de 8 horas para terminar pela primeira vez o jogo ( com cerca de 50 tesouros) e avancei algo devagar por isso quem for bastante rápido reduz a longevidade para 6 horas, não se sente que é curto, não há digamos um final abrupto, tudo corre de forma a que não sintamos isso, podia ser um bocadinho maior talvez?

    Como conclusão penso que seja no geral um jogo obrigatório para fãs de Uncharted e no geral é um jogo bastante bom e que em nada perde em relação aos anteriores jogos

    Ah e não se sente minimamente a falta do Drake
  • TL16199 30 Set 2017 15:49:59 1,818 posts
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    Mass Effect: Andromeda (2017): 8/10

    Este era um dos jogos mais esperados do ano para mim, mas depois de ver as Reviews fiquei um bocado preocupado com a qualidade do jogo, mas tenho de dizer o jogo é melhor do que as críticas dizem.
    Os problemas do jogo são que têm vários bugs (o pior que tive foi um que não apareceu os diálogos de uma das side quests e não pude tomar uma decisão que me daria aliados para a missão final) e o jogo deixa várias pontas soltas para uma sequela que provalvelmente não vai acontecer.

    A história também não é tão boa como a dos outros jogos da trilogia, mesmo sendo muito boa e diferente dos restantes jogos da saga.
    De resto o jogo é tão bom ou melhor que outros jogos da saga. A jogabilidade sofreu uma grande melhoria em relação aos outros jogos da saga, sendo mais fluida e divertida. A adição do jatpack e do NOMAD tornam os cenários muito mais fáceis de explorar.

    Os gráficos são muito bons, os vários planetas são pequenos mundo abertos, muito bonitos e bem detalhados. A banda sonora também é muito boa.
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    Uncharted: The Lost Legacy (2017): 8,5/10

    Uncharted 4 não foi só o meu GOTY de 2016, como é dos meus jogos favoritos desta geração, então estava com grandes expectativas para esta DLC/Expansão Standlone e consegui-me cumprir estas expectativas.

    A história é excelente, tal como o dos seus antecessores, com personagens marcantes e boas reviravoltas. Só achei o vilão fraco, sem a qualidade do vilão do Uncharted 4. Aliás a história não têm emoção ou intensidade do que a do Uncharted 4.
    A jogabilidade é praticamente igual à do Uncharted 4, por isso não à muito a dizer para além de ser excelente.

    Os gráficos são como os do Uncharted 4 ou seja são dos melhores gráficos desta geração. Este jogo têm o cenário mais aberto da saga e esse cenário é lindo. A banda também é excelente, assim como a dublagem em português que é surpreendentemente boa.

    Editado por TL16199 às 15:50:40 30-09-2017
  • DR--K3 1 Out 2017 23:27:48 3,980 posts
    Visto 30 minutos atrás
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    Vou deixar aqui a minha review ao 'The Evil Within', em preparação para o lançamento da sequela daqui a 2 semanas:

    Tinha altas expectativas para este jogo, vindo do criador do RE4, um dos meus jogos favoritos... e não fiquei desiludido.

    Sei que não foi bem recebido pela crítica, sinceramente não me dei ao trabalho de ver que razões deram, mas felizmente fiquei com a ideia contrária, o que faz deste o jogo mais underrated da geraçao, na minha opinião.

    O jogo é um survival horror virado para a acção com uns toques cinemáticos. Os puristas de horror não gostam, mas para mim é a combinação perfeita.

    Tem momentos que assustam muito mais que qualquer RE desta gen, tem cenários altamente variados que a narrativa justifica, tem personagens que apesar de às vezes serem um bocado tontas, são carismáticas, e a história também é interessante apesar de algumas vezes ser confusa e nem sabermos bem o que é real e o que não é (mas é explicado melhor nos DLCs).

    Gráficos e audio fazem o que lhes compete (acho eu).

    Quanto ao gameplay, acerta em quase tudo, pelo menos para os meus gostos:
    + tem poucas armas, mas boas e cada uma com a sua função
    + tem um bom sistema de upgrades, bem ajustado para ser 'maxed out' em 2 playthroughs
    + incentiva muito a exploração e gestão de recursos, com partes onde fugir é preferivel a lutar contra todos os inimigos
    + mecanica do fogo e fosforos é brilhante - nem os headshots sao garantia para que os haunted fiquem mortos, é preciso queimá-los
    + bom equilibrio e diversidade entre inimigos, bosses e armadilhas
    + óptima sensação de impacto e brutalidade que varia com cada arma
    + varios niveis de dificuldade que apresentam desafios para todos os gostos

    - o sistema de física tem alguns problemas e as hitboxes as vezes são uma treta
    - a AI dos inimigos basicos é decente... excepto quando às vezes têm barreiras à altura da cintura e preferem ficar empancados a correr no mesmo sitio em vez de saltarem a vedação :rolleyes:

    Recomendo não só aos fans de survival mas também a quem goste de third person shooters, com um pouco menos de acção e mais tensão.

    Observação: para quem queira algo mais horror, os 2 DLCs da Kidman são optimos, quase sempre sem armas e só com lanterna.
    E para quem quer gore e vingar-se dos inimigos que nos andaram a chatear no main game, o 3º DLC é altamente terapêutico :wink:
  • akimoto 20 Out 2017 01:07:22 5,766 posts
    Visto 2 dias atrás
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    Firewatch

    Um walking simulator muito interessante e com um bom enredo.
    Essa história não é assim tão original, mas é bem contada e o voice acting é conseguido.
    É muito simples, mas talvez não se possa pedir mais. Provavelmente foi o possível com o orçamento atribuído, mas ainda assim, está interessante.
    Gostava que tivesse uma física mais complexa. Há demasiadas pedrinhas pelo cenário que impedem um personagem caracterizado como um homem adulto de se movimentar facilmente. E esse mundo aberto não é assim tão explorável.
    Mas também não deve ter sido esse o propósito da produção.
    O formato de escolha de respostas também está interessante, apesar de eu não ser um apreciador disso. Acho divertido ás vezes.
    Jogo porreiro para alternar entre produções mais exigentes ou complexas.
  • gargles 20 Out 2017 11:34:35 23,539 posts
    Visto 5 minutos atrás
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    Danganronpa V3: Killing Harmony

    Motherfucker.

    Kodaka/10
  • GONCALOGS 21 Out 2017 09:28:41 5,607 posts
    Visto 2 horas atrás
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    Filminho

    10/10
  • shipu302 26 Out 2017 18:51:57 5,460 posts
    Visto 40 minutos atrás
    Registado 4 anos atrás
    Mass Effect 3


    Terminei ontem o capítulo final da trilogia Mass Effect. Iniciei esta jornada no dia 24 de novembro de 2016 e durou, salvo erro, 331 dias. Este pequeno texto vai focar-se no último capítulo da história de Shepard.

    Quando comprei este jogo na sabia o que esperar. Por um lado, estava ansioso por concluir a história da minha Shepard, mas por outro estava muito receoso devido às duras críticas que este sofreu, principalmente devido ao infame final.
    Teve um bom início. O ataque à Terra e a impotência da Aliança perante os Reapers demonstra bem a diferença de poder colossal entre os habitantes da galáxia e as forças inimigas. Nos outros dois jogos tínhamos realizado feitos incríveis, mas ficou bem claro que unir toda a galáxia para enfrentar um inimigo em comum seria o nosso maior desafio até à data.
    Ao longo desta jornada iremos encontrar antigos companheiros com cenas recheadas de momentos marcantes para qualquer fã e algumas dão mesmo vontade de chorar. É uma verdadeira carta de despedida.

    Mas então o que é que correu mal? Para facilitar as coisas não vou falar de nada de gameplay. Para mim começa com as novas personagens. Não me convencem. As minhas personagens favoritas foram todas introduzidas nos dois primeiros jogos. Mas o que é certo é que algumas delas vivem o seu melhor momento no ME 3.

    Outra coisa que me incomoda são os War Assets. No ME 2, durante a Suicide Mission, nós vemos tudo em ação. Todas as melhorias que fizemos à Normandy podem ser vistas a entrar em funcionamento durante a missão. Mas isto não acontece com os War Assets. Eles apenas são uma barra de progresso que determina umas pequenas varáveis no final. Por exemplo, se salvares Rachni Queen ela vai ser um War Asset, mas não vai aparecer na batalha final. Faltou mais vida a este sistema.

    Chegou a hora de falar dele. O final. Agora já entendo o porquê de toda a “shitstorm” que o rodeia. Nele há um plot twist que cai dos céus e reduz tudo aquilo que tinhas feito até ali a uma única escolha final. Não importa se chegaste a Full Paragon ou Full Renagade (btw eu não gosto nada deste sistema Paragon/Renegade, mas isso agora não interessa), se salvaste fulano X ou se mataste Y. Nada disso interessa. O teu final pode ser exatamente igual ao de outra pessoa que jogou de uma forma totalmente diferente. Todas as escolhas até esse momento são praticamente reduzidas a zero. É esse o maior pecado do ME 3.

    Mas o final é horrível e mancha toda a série? Não. Sei que foram feitos alguns ajustes com o DLC Extended Cut, mas mesmo o original nunca foi assim tão mau. Tal como disse anteriormente todo o jogo é uma carta de despedida, um verdadeiro final de 30 horas. Não é por causa do ultimo quarto de hora que o resto perde todo o brilho. Nunca. Aliás, alguns dos meus momentos favoritos em toda a série estão aqui. Ver o Garrus e a Tali tornarem-se cada vez mais próximos, o Thane a aguardar a sua breve e inevitável morte, a Miranda a tentar proteger a pessoa que lhe é mais querida. Estes momentos não são apagados por 15 minutos mais dececionantes.

    Estive perto de abandonar a série antes mesmo de ter sequer acabado o 1º. Fico feliz por ter continuado. Foi um prazer ter terminado esta trilogia. Mass Effect Andromeda? Não obrigado. Mass Effect acabou com a história de The Shepard.

    Editado por shipu302 às 18:52:23 26-10-2017
  • gargles 15 Nov 2017 21:33:32 23,539 posts
    Visto 5 minutos atrás
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    Doki Doki Literature Club

    Did it for her.

    Just J̴̡̧̛̛͎̦̼͔͖͍͈̼̙͚̙͎̠̺̥̜͓̽̓͛̓̈̄̑͂̇́͋͂̽͋͐̅̉̃̊̽̊̈̐̅́͌͒̑̅̑̋̾̇͊̒̄̐͒̓̇̽̏͛̄̆͗͌͒͆͌̂͊̓͐̓̽͗͑͗̑́̔̒̈́̉̍̍̀̍͌̑͒̔̅͐̈́̅̍̃̓̇̈̉̉̈́͑̄̈́̅̑̊̏̆͒̌̓̊̓̀̚̚̕̚̕̚̕̚̚͘̕͘̕͠͝͝͝͠͝͝ư̴̧̡̧̡̧̢̨̢̧̧̨̢̧̧̧̢̢̨̨̨̡̡̢̛̛̛̛̛̛̛̛͙͎̻͕͓̦̭̯̬̝̣͖͖̮͕̥͍͙̮̣̹̜͉̪̦̬̘̝̬͈̻̤̞̦̥̱̗̩̝̲̺͈̼̻͔͕̰͎͔̺̭͙͚̫͓̬̤̖̟̙̻̱͈̯̬̯̻̗͎̤̩̩̰̭͎̮̼̤͚̲̲̭͍̣͉̬̫͖̰̪͔̰͖͙̖̮̺̪͓͇̤͕̯̘̲̣̰̗̬̭̘͙̺̙͈̪͉̰͍̼̗͇͚̱̲̝̱̳͚̬̠̥̘͈̟̬̯͙̱͇͇̘͕̙̟̠͔̻̹͇̥̞͔̖̙̰̜̤͈̖̮̠̘̯̯̳̟͖̤̼̟͇͖͈̪͍͙̺̣̠̼͇͖͇̙̭͍̥̯̟̼̗͈̳̦̘̗̻̞̰̙̭͕̞̣͕̟͉̖͇̬͇͇͍̠̻͓͚̥͈̽̍̄̈́̅̓̽̌̿͆̇͗̍͋̆̇͐̈́̋͊̍̈́̾̈́̀̋̀̈́̉̌͗̓͑̆́͛͒̀̍͗̀̄́̉̄̀̈́̓͆͋́̆̋̎̆̏̈́̑̀̑̓̈́̽̉͒̋͊͑̓͋̑̀̑̉̇̀͊̃̏̂̋̐̆̅͌́̒̏͆̔̆͛̈́́̒̌̍̀̄̏̌̏̿̍͑̑̓͗̈̀̇̏̉̊̈́̍͋́̎́̍̿͐̀̑̅̃̏͒̈́̇̈́͑̄̀͂̓͒̅͛̀͌̽̓̍̑̓̃͋̈́̈́͊̀̀̒͆̑͌̊̂͒̋̉̃́̈̃̔̒̊̆̾̃̈́͂̍͂̉̈̑̾͛̂͐̐̈̅̾̋̔̈̂͋̄͛̎̆̿̋̌̄̑͒͛͊͂̐̀̀͛̃̿̆̄̆̾͂̒̌̅́̆̑͐͂̉̋̉͑̊̄͛̈́̇̃̏̎͒͘̕̚̚̚̕͘͘̚̚̚͘͜͜͜͜͝͠͝͝͠͠͠͝͝͝͝͝͠͝ͅͅͅͅͅͅͅͅs̴̡̧̨̨̢̡̛̛̗̦͉̦̫̩̬̞͕̭͕̬̗̩͎̖̦͉͖͉̹͇̙͍͚̻͔͔͔̰͎̼͕͉̹̰̞̟͇̬̗͉̪̤̃̎̑̿̋́̃́̓͗̽͌͆͐̎͐̀̽̐͛̀͒̊̀̀͋̅̍͋͋̊̊͊͐̑͛̓̇̍̈́̑̓̋͗̈́͆͑̂̈́̂̀͑̀͘̕̕͘̕͜͝͠͝͝͝ͅţ̴̧̡̨̢̧̨̨̧̢̨̡̡̨̧̨̡̛̟̯̯̥̰̜͖̖͔͕̻͔̯͖̥̫̙͈͔͓̦͖͕̹̟̦͓͎̭̳͎̩̫̹̖͎̭̠̯͖͎̫̯̳͇̦̼̠͇̩̦̪̼̘͖̰͚̼͓̗̥̠̦̙̺̥̝̝̱̖̼̞͇͚̪͙̖͇͙̜̳͔̟̘̣̭͚̳̘͔͓̱̯̪̲̮͓̼̮̮̲̳̺͕̯̝̣̹̠̻̼̯̼͔̪̟͍̻̌̂̓̆̍̋͛̉̄͂͂̀̈́́͋̂͆́̊̾̏͊̓̉̇̇̉̑̎͑̈́͘͘̚̕̚̕̚͜͜͜͝͠͠͝ͅͅ ̷̢̢̡̧̢̡̢̧̢̧̢̨̡̧̡̧̛̛̛̛̛͙̼̪̞̬̘̩̼̤̬̙̦̰̝̳̝̯̙͔̮̞̹̳̟̝͓͓̹̭̻̗̟͈͍̘̪͉̰̩͍̘̤͙̜͖͈̜̯͍̼̼̳̥̬͈̬̬̪̙̘̭̖̻̦͖͙̠͇̭͕̳̤̪͇̙̬̲̙̤̤̫͔̙͎͓̺͍̳̹͓̲̟͈͔̲̣͕͖͍̝̪̘̼̦̥̝̯͍͎̥̬̙̪̬̠̭̩͍͈̞͇̼̣͇̥̱̗̭͓̯͍̠̬̠̝̗̜͓̜̙̜̟͕̳̫̖̫̩̪̗̥̹̮̟̺̱̠̪̱̘̣̯͕̗͍̰̻̟͖̖͓̠̙̤̪͕͙̱̗̞͍̝̙̰̜̿͑͌͑̏̑̔̒̉̾̅̍͛̊͋̈́́̏̂́̅̓̿̆̅͊̅̄̔̽͛̌̑̋͌͊̐̂̒͂̂̒̓̎͋̀̑̒̌̄͌́́̍͂͛͗̅̂̾̈́̾͐͑̉̊̄̈͒̋̒̈̀̉̋̇̾́̑͑̃͒̂̐̏̐̓̉̄̅̈͗̆̇̐͋͋̌̈́͆̂͆̎͗͛̉̄̀̇͋͐̈́̀̀͑̀̄͐̉͐̈̄̿͛̎̈́̊̐̀̄͋͆̏̃͆̄̅͌̀͑̋̄̍̏̎͂̄̃͌́̃͆͒̓̆͒̅̀͒́͊̈̽̔̓̑̊̾̈́͊̈́̓̋͊̈̆̈̃͆͆̽͋͊͆̅̉̔̀̀̆̽̉̋̅̃̏̒͌͗̀̋͐̓̓̀̌̈́͊͋͂͂̒̎̑͋̏͒͊͑͗̈́́͌̌͆̒̊̆͐̏̍͂̅̋̑͋̄̉̀̉́̾̊̈̊́̄͊̾̑̋̐͐͒̐̊̚̚̚̕͘͘̕̕̚̚͘̚͘̚̚͘̕̚͜͜͜͜͜͜͜͜͜͠͠͝͝͝͝͝͠͝͝͠͝͝͝͝͝͠͝ͅͅM̶̡̡̧̨̨̨̡̢̧̢̨̢̢̢̡̨̨̧̧̢̢̡͙͈̝̗̟͓͈̤̱̖̬̤̦̗̯͓̫̥̳͚͙̖̝̮̬̠̤̳̼̪͚̲̟̦̬͇͎̞̫͕̙̗̤͈̥͕̘͎̞̞͎̦̝̤̟͔̰͕̮̬̫̭̱̺̖̩͇͉͓̱͕̮̻̯̺̼͓̰̮̻͇̪̗̳͇͉͍̹̝̩̲̼̙̬̥̥̰̙̜͇̫̝͍͎̠͉̠͔͇͕͉̖͎͖̯̫̲̬̮̻̱͕̲̬͈̼̗͙̞̙̭̱̞̬͚̯͓͍͓̺͎̗̯̮̘̦͚͓̹͎̱͙̮͇͇̠̦͕̬̘͍̖̪̠͙͈͇͍̞͇̥̯̣̤͓̥̘̗͕͈̰̼͔͈̼̣͉͙̠̞̥̭͙̼̳͕͎͙̼̰͙͔̬͇̺̙̩͖̪̗͇̬̳̎̋̌̈̎͑͗̄͗̈̇̈́̄̉̈́̏̐͆̊̆̽͒̓̃̏̍̓͛̈́̇͋̃͑̓̋̐̈́͊́̀͗͌͛̇́͑̏̈́͂͋̎͋̀́̾͌̓̈́͛̋̾̈̍͛̂̄̈́͌̒̓́̓̀͒̈͋́̈́̃͐͊̈́̓̾̈́̒̅̔̔̀͘̚̚̚͘̕͘̚͜͜͜͜͜͠͝͠͠͝͠͠͝ͅͅͅͅơ̶̢̨̢̡̨̡̨̨̨̧̢̨̡̨̢̨̢̧̡̡̛̫̻̱̜̪̩̝̲͉̺̟̭̬͚͉̠̰̫̦̣̫̯̠̘̟͈͖̟̘̞͇̼͓̥̮͙̳͎̙͖̮̦͕͖͉͈̥̘̫͎͓̫͉͈͈̬̯̲̲̳̬͉̙̩̞̹͕̺̳̤̟̺͈̮̗̲̪̱̣͕̬̼̣͇͚̠̝̟̖̣͖̩͙̙̳̲͓̭̝̟̦̘͚̣̩̼̦̹͎͙̣̜̺̲̹̥͓̗͚̘͇̹̳̘͙̣̻̻̬͚͓̲̝̮̯̰̗̗͖͎͇͎͇̬̬̘̟̘̻͚̙̠̫̞̲̳̭̦̼̻͕̭̫̬̯̻̘̲̝̺̭͖̫̹͎̣̥̪̘̱̪̥̯͔̭̘͍̙͇̮̼̯̤̣͐̏̋̌̇̐̈̍̇́͗́͊͌̂̾͊̃̃̃̈́̃͑͛̂̾̿̋͒̈́̔̆͋̽͊̑̍̈́̂̅̀͊̿͆̾̈́̿̎̍̏̂̈́̓̒͂̽̈͗̑͛̓̒̊̂͑̒̂͛̄͛̅̎́̈́͊̒͒̋̄͐̇͋̑̑͆͊̃̆͑̏̏̽͌̃̆̓̑͌͗͛̒̍͑͒͑̒̌͂̔̂͊̒͛̅́̀̔̉̀͐̉͋̇̈́͑̏̃̈́̈̈́̈́̋̎̊͆̈́̽̏̿͛́̑̈̊̏͛̚̕̚̚̚͘̚͘̚͘͜͜͜͜͜͝͝͠͝͝͠͝͠͝͠͝͠͝͝͠͝͝͝ͅͅͅͅͅͅn̸̡̨̡̡̡̧̢̡̢̡̨̧̡̛̛̛̛̛̛̛̛̛̺̟̭̙̩̼̗̙͎̻̮̟̟̥̝̙̰̫̦͓͎̯͙͈͉̖͙͚̘̳̲͔̙͕̬̼̖̝̘̙̳͕̥̟̹͔͚͑̽̅̀̓́̓̒̏̊̋̓͛̋̔̎͌͂̌͊̉͗̇̀̿̃̀͑͒̃͂̈́̿̉͆̾̍̽́̓͊͗̈́̏̔̓̃̋́̅̐͑́͂̍̅̅̆͗̓̿̎̍̔̉̈́̌̄͒̋͐̐̄̄̔̈́̑̆͐͑̃̈́̀͊̅̇̾̐̎̀̓͂͂͑͂̓̈́̅͒̄̀̊̃̽̓͛̐͂̈́̆͑̀̈̀̏́̀̇̈́̈́̽͑̆̄̐͗̾̽̂̄͗̋̋̋̃̆͐̅̾͌͛͐̾͋̆̌̐̂̈͆͛͒̈́̎̔̂̓̎̃͂̉̔̅̎̐̄̈́̓̈̔̎̔̊̀̓̊̆̋͗͑̑̇̾͐̊̈́̓͂̒́̽̓͐́̈́̊̀͑͐͛̈́̒̍̉̇̚͘̕̚̚̕̚̚̚͘̚͘̕͜͝͠͝͠͝͠͝͠͝͠͝͝͝ͅi̵̡̧̨̢̡̨̨̡̢̢̧̨̢̢̡̢̡̧̧̡̺͕̖̻̱̬̩͖̞̖͍̱̗͙̲̟̞̠͖̮̦͈̺̱̥͈̯͔̹̤̬̩͚͈͎̝͕̩͓̝̤̠̙͔̥̯̫̗̯͉̟̜̙͉͖̩͖̥̭̭̯͇̮̣͍̳̭̲̖͙̞̝̯̼͚̬̲̱̼͙͙̫͚̙͈͇͈̭̮̩̘͖̥̹̗̪̭̰͉̩̳̤̥̹̞͖͓͕̯̣̬̣̬̭̪͓̱̠̟̜̱͉̤̠̣̬̖̮̜͔͇͓̼̺̖̥̪̹̤͈̘͎̝͍̠̣͔̭̞̫͈͔̖̹̗͔̟̭͚̘̩̞͇͓͇̝̙͕̞͚̜͙̥̼̲͎͖͚̲͈͍̤̠̖̙̟̱͖̯̬̖͉͚̗̫̭̪͍̮̦͕̮̫̣̟̣̞͇̞͕͕̠̪̞̪̲̟̻̙̫̤̟̗̤̜̟̊̇̈̓̐͜͜͜͜͜͜͜͜ͅͅͅͅͅķ̷̨̨̡̢̧̨̢̡̧̨̡̡̧̡̡̢̧̨̢̛̛̛̛̫͉͖̗̼̮̳͔̖̳͇̬̯̳̺͉̞̥͎̘̫͉̫͎̦͚̺̞̱̜͇͚̝̭̮̹͕̬̞͚̩̹̠̠̮͕̘͎̥̞̣̼̻̳͕̳̘̜͇̝͕̙͈̥͈̮̯͔̲̦̟̯͇̥͕͙͔̞̻̻̳̹̟̩͚̞̲̮̮̙͖̪̳̝͇̘͎͉̹͇̬̻͚̱͇̜̯̥̜̣̤̹͚̥͕̪̖̼͖̦̦̩̟̪̥͖͙̜̻̹͍̫̰̞̩̬̥̜̙̜̥̳̰͖̤͕͔͚̗͎̺̪̜̤̞̤̞͎̺̰̯̪͓̩͈͙͍̗̣̰̩̪͖̭̟̦͕̖̝̻͍̦̳̬̙̠͚͕̰͔͙̺͈̟̦̩͔͕͕̖̻̥͍͓͕̰̟̖̰͇̝̫̳̖̺̍̈́͋͛̄̇̐͒̋̆̌̇̈́̀̍̂̇͋̑͋̀̀̌̀͆̍͛͑̈́̋͋͛̓̽̽͋̄͗̇͗̐͌̄̀̾̓̈́̆̆͑͛̓̅̃͐́̆̽̂̔̊̍͑̉̿̂̉̿̒̋́̅̎͛́̓̍̌́̔̃́̒͊̑͊̈́̋̽͒̒̽͂̂̅̅̓̿̋̆̈́̈́̂̆͛̍́̀̉͐̈͒͊͌͐̏̈́̃̄̽̒̉̇̈́̃̿̄͛̂͛̌̎̇̄̈́̈́̄̽͊͒̈́̓̒̎̄͘̚̚͘̕̚̕͜͜͜͝͝͠͝͝͝͠͝͝͠ͅͅͅą̴̢̢̢̧̛̛͔͍̪̯̭̱͚̘̟͚̜͙̹̟͍̖̱̗͓͍̮̖̮̗̦̼̹̻̰̥̙̲͈̦̖̯͇͈͔̠̣̗̖̦̬̤̝̭͙̖̩̜̗̖͕͓̲̤̯͗̊̅̆͐̒̔̓͋̍͂̄͂́̒̒͋̅̈́͂̐̎̀̀̈́̀̀͊̽̓̄͒̊̈̌̏̽̿̂̓͆͛͐̊͛̋͆͂̓̊̉̽͂̈̄̌̍̓̂̍̃̏̿̂̂̉̊̈́̅̐͂̋̈͑͛̃͑̅͐̓͒͆̐̈̈͐̎̇͛̂̔̄̂̎̍̅̓̔͗͗̈́̇̊̿̃̈̋̑̃̿̎̋͋̓̇̇͛̊̍̄̿̃͆̈̈̏͂̀͂̊̾͐́̏̿̈́̋͆̐̅̆͑̎̋̓̔͒̌͒̀͊͂̾́̊͆̌̃̎͛̐̔̒̎͋̇̀̌̀̆͆̀͆̂̉̅̅̾̍͌́͌͛͗͑̈̃̈͌̆̕͘͘͘̚̕̕̕̕̕͘̚͘̕̚̚͜͜͜͜͠͝͝͝͝͝͝͝͠ͅ/10

    Editado por gargles às 00:50:46 16-11-2017
  • GONCALOGS 16 Nov 2017 00:24:48 5,607 posts
    Visto 2 horas atrás
    Registado 4 anos atrás
    Grotesco
  • shipu302 13 Dez 2017 09:42:32 5,460 posts
    Visto 40 minutos atrás
    Registado 4 anos atrás



    Err... nem sei o que dizer.
  • TL16199 13 Dez 2017 19:02:51 1,818 posts
    Visto 17 horas atrás
    Registado 5 anos atrás

    Mirror's Edge Catalyst (PS4): 7,5/10

    Acabei este jogo à pouco tempo e tornou-se para mim um dos jogos mais underrated da geração, um bom jogo que muito pouca gente fala e um reboot superior em tudo em relação ao seu antecessor.

    Começo pela história que foi um dos grandes pontos fracos do original e continua um dos pontos mais fracos deste jogo, mesmo sendo superior ao seu antecessor. Tal como no original a protagonista é a Faith Connors, uma Runner (uma espécie de mensageiros na cidade futurista, no qual à uma ditadura e os runners são a única forma das pessoas comunicarem sem serem detetadas pelo governo) que depois de sair da prisão, descobre uma conspiração do governo e têm de a impedir. A história não é muito original, mas até têm boas personagens e no geral encaixa bem com o estilo do jogo, o problema é o final que é muito apressado e não dá uma boa conclusão à história.

    A jogabilidade não mudou muito em relação ao primeiro jogo, a única diferença é que agora o jogo é mundo aberto, ou seja agora temos missões secundárias e atividades que são muito repetivas. A história do jogo em si é curta, o que aumenta a duração do jogo são essas atividades e as missões secundárias. Outra novidade do jogo em relação ao original é que agora têm um sistema de evolução tipo um RPG mas para quem não quiser fazer missões secundárias não precisa pois o jogo não é muito difícil e não é necessário evoluir a Faith para progredir no jogo.

    Os gráficos são um dos pontos mais fortes deste jogo, são lindos e a cidade têm um design espectacular. Alguns cenários são realmente de fazer cair o queixo. A banda sonora é excelente, arrisco a dizer que foi das melhores de 2016 e o trabalho de vozes também está muito bom.

    No geral, quem gostou do primeiro este é um jogo obrigatório, mas para quem não gostou, não vai ser este jogo que vai fazer gostar da saga.
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    Dishonored 2 (PS4): 8,5/10

    O primeiro Dishonored foi das maiores surpresas da geração passada, por isso as expectativas para a sequela eram naturalmente altas e o jogo cumpriu a maior parte delas.

    A jogabilidade continua excelente tal como o primeiro jogo, só que agora em vez de jogarmos com o Corvo, também podemos com a sua filha Emily que têm poderes diferentes do Corvo, o que para além de dar uma maior variadade à jogabilidade, faz-nos repetir o jogo para jogarmos com as duas personagens o que aumenta o tempo de jogo. Eu joguei com a Emily e a jogabilidade com ela está excelente com excelentes controlos e que respondem. Outro grande ponto positivo deste jogo, assim como do primeiro, é a liberdade que o jogo te dá de fazeres as missões como quiseres, seja sendo furtivo, a matar tudo ou um pouco de ambos. O jogo também têm umas missões secundárias que facilitam as missões principais.

    Em termos de gráficos, o jogo está muito bonito, com um excelente design de cenários e bastante detalhados.
    O som do jogo também é muito bom, assim como a banda sonora e o trabalho de vozes.
    A história é um dos pontos mais fracos do jogo, não é que seja má, simplesmente não é de extraordinário, mesmo o mundo sendo muito feito, a história do jogo em si não é muito interessante ou entusiasmante. Mesmo assim, achei a história superior à do primeiro jogo e a Emily é uma personagem bastante carismática e interessante.

    Resumindo, é uma sequela digna do seu antecessor e um dos melhores jogos de 2016, quem não jogou e gosta deste género está a perder um grande jogo.
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    Outlast (PS4): 7,5/10

    Sempre ouvi dizer que Outlast é dos jogos mais assustadores dos últimos anos e eu como grande fã de jogos/filmes de terror tive de experimentar e tenho de dizer este jogo foi o jogo mais assustador que joguei até hoje, tudo desde a história creepy e cheia de reviravoltas macabras até à sua atmosfera que deixa um suspense durante todo o jogo, aliás esse é um dos grandes pontos positivos do jogo, é que este jogo têm sempre um ritmo intenso e que nunca nos deixa respirar.

    A história é boa, não é nada de inovador ou extraordinário (à um filme chamado Grave Encounters de 2011 que têm uma história semelhante à deste jogo) mas dá um bom suporte ao jogo e com um final intrigante. O maior problema é que o jogo é muito curto, mas tendo em conta o ritmo intenso é compreensível, mas não deixa de ser uma falha.

    A jogabilidade é muito simples, apenas temos de fugir dos inimigos, encontrar itens para progredirmos pelo cenário e usar a nossa câmara para ver no escuro (que são dos momentos mais intensos do jogo).

    Os gráficos são muito bons, especialmente sendo um jogo de baixo orçamento têm uns gráficos melhores que muitos jogos da sua época. Como já referi a atmosfera do jogo é fantástica e os cenários são muito bem detalhados.
    A banda sonora é muito boa, assim como o trabalho de vozes que é bom.

    No geral é um jogo aconselhado a quem é amante de jogos de terror, mas é preciso ter um estômago forte para algumas das cenas deste jogo.
    Também aconselho o DLC Wistleblower, que ajuda a perceber o final do jogo original, para além de ter cenas ainda mais assustadoras que o original.

    Editado por TL16199 às 19:03:42 13-12-2017
  • DR--K3 22 Jan 2018 17:44:23 3,980 posts
    Visto 30 minutos atrás
    Registado 4 anos atrás
    Kingdom Hearts 0.2 A Fragmentary Passage

    Pode parecer estranho ter escolhido fazer review a este prologo, em vez do jogo completo que é o KH 3D, mas justifico isso com o facto de ser esta 'amostra jogável' que vai ser a base do KH 3.

    Em duração, é do mais curto que há. São 4 areas, relativamente lineares, que mesmo explorando-as ao maximo resulta em 2-3 horas jogáveis.

    Graficamente, a diferença é abismal. Quase nem sinto que estou a jogar um KH, habituado aos cenários cartoony, resultado de nao haver um KH numa consola doméstica há 2 geraçoes (o BBS e o DDD são os mais recentes e têm optimos gráficos, mas para as portateis em que sairam, e os remasters não fazem milagres - continuam a ser jogos PS2 / portateis)

    A história nao avança muito (aliás nada), o que me desiludiu, mas cria ainda mais expectativas para o KH3, especialmente nas 6 ou 7 cutscenes finais, que são um alto tease.

    Quanto ao gameplay é que fiquei de pé atrás. O sistema de combate em si é simples mas bom, mas neste prologo só temos uns quantos default spells, e 2 poderes especiais, por isso nem há aquela sensaçao de progresso dos RPGs.

    E o combate e movimentos da Aqua têm um grande problema irónico - a fluidez. Espero que seja por ainda se estarem a habituar ao novo motor, mas os controlos e movimentos são rápidos, mas têm um tempo morto depois de cada um extremamente irritante que torna dificil encadear ataques, dodges e blocks. Este problema nao existe no DDD por exemplo, que tem ataques mais lentos mas a experiencia é toda mais fluida. Oh well, de certeza que vão melhorar isso.

    Ah, e o unico extra neste prologo são objectivos, que estão associados a... acessorios. Nao acessorios para aumentar stats, mas só tretas estéticas. Really Square? Metes tão pouco neste "jogo" e uma grande parte são orelhas de gato para a Aqua? F--k off.
  • GONCALOGS 15 Fev 2018 00:27:30 5,607 posts
    Visto 2 horas atrás
    Registado 4 anos atrás
    Assassin´s Creed Origins

    Vou ser breve, portanto gostei do gameplay, da exploração e da história, um jogo bastante sólido, é o meu terceiro AC (os outros dois são III e Unity) e é o meu preferido.

    E passei a história em 28 horas o que é muito superior a qualquer jogo da série.

    Recomendo.

    Editado por GONCALOGS às 00:29:06 15-02-2018
  • akimoto 3 Mar 2018 01:15:19 5,766 posts
    Visto 2 dias atrás
    Registado 3 anos atrás
    O Syberia é muito interessante.
    Não vou comentar a qualidade gráfica, já que é um point n' click com muitos anos, mas a arte é muito bonita.
    Os cenários são pré-renderizados, mas mostram bem como essa arte é muito boa.
    Toca-me particularmente por causa das viagens de comboio. Ter uma secção de jogo no Mar de Aral levou-me a pensar nas grandes viagens de comboio no Trans-Siberiano, uma senhora aventura.
    No fundo, é o jogo de uma viagem bem interessante.
    O fim é um bocado cliché, mas coerente. Acaba como eu gostaria que acabasse se fosse eu o protagonista. E tem a ver comigo. Em muitas viagens, no dia de voltar para casa, acabo por partir para mais uma descoberta. Nunca me arrependi.
    Alguns diálogos são um pouco mal coordenados, mas os personagens têm perfis e histórias muito interessantes.
    Os puzzles são bons, mas confesso que usei um guia para acelarar o processo em duas ocasiões. O meu backlog é tremendo...
    Faltava uma optimização da física nas portas entre cenários. Às vezes há uma certa má fluidez em passar o personagem para outro cenário. Mas nada de grave.
    A OST não é extensa, mas é bem escolhida, dando o ambiente certo aos cenários e às situações.
    É um jogo muito "saboroso", principalmente por esta itinerância de comboio por alguns sítios que foram recriados de uma maneira muito interessante.
    Mais vale tarde que nunca e foi super barato. Gostei muito e estou curioso pela sequela.
  • johnyfil 4 Mar 2018 18:29:21 893 posts
    Visto 1 dia atrás
    Registado 8 anos atrás
    @GONCALOGS

    Um belíssimo jogo, a Ubisoft acertou em cheio no palco, não é só o melhor Assassin da geração, mas sim de toda a franquia com todo o respeito pelo Ezio e Edward.
  • DR--K3 9 Mar 2018 22:28:10 3,980 posts
    Visto 30 minutos atrás
    Registado 4 anos atrás
    Terminei o Mirror's Edge Catalyst.

    Fiquei com 'mixed feelings'. Em certos aspectos, melhoraram em relação ao original, mas ao mesmo tempo novos problemas apareceram.

    Os cenários são originais, mas toda aquela geometria aborrece passado um tempo. E raios partam os vidros... estão tão limpinhos que a maior dificuldade que tive no jogo não foi fazer saltos e combinaçoes dificeis, mas encontrar o raio das portas e janelas abertas, pois parecia um cego a ir contra todos os vidros da cidade!

    E retiraram a utilizaçao das armas de fogo, mas o combate corpo a corpo ficou uma treta. O unico bom aspecto é que até é divertido brincar com os inimigos e enviá-los dos predios abaixos, e gozar com os tiros deles porque a Faith é feita de algum material especial que a torna imune quando tá a correr...

    A parte que gostei mais ainda foi de andar a apanhar collectables e algumas side missions, mas ao mesmo tempo tb é onde encontrei mais frustraçao, pois é nessas missoes que as falhas do sistema de movimento se notam.

    E a história e personagens... ainda piores que no 1º, apesar de ter alguns setpieces engraçados, e a sensaçao de vertigem ser a melhor jamais recriada num jogo.

    Recomendo só a quem gostou mesmo muito do original, e queira algo parecido, pois nao há muitas alternativas. Nem consigo dizer de qual gostei mais.
  • SrArmindo 19 Mar 2018 15:31:05 60 posts
    Visto 1 dia atrás
    Registado 1 ano atrás
    Yakuza 0

    Quando joguei a demo do primeiro Yakuza na PS2, foi logo de caras que o iria comprar assim que saísse. Fiquei fascinado pelo ambiente, história, personagens, gameplay, OST, etc. Contudo, acho que na altura não imaginava que esta série se tornasse numas das mais importantes da Sony.

    Passados uns bons anos, e vários lançamentos, eis que é lançado Yakuza 0, jogo que serve de ponto de partida para os acontecimentos do 1º jogo. Não me vou esticar muito, mas deixo aqui as minhas impressões.

    Quem conhece bem o universo da série, sabe que a história é sempre um dos pontos fortes de cada jogo e este não é excepção. Temos os "plot-twists" habituais da série (alguns já previsíveis, outros surpreenderam-me bastante), bem colocados e espaçados, mesmo no ponto para nos prender à narrativa e querer sempre jogar para saber o que vai acontecer.

    Jogamos com Kiryu, já presença habitual da série e Majima, que controlamos pela 1ª vez num jogo principal. Para mim, apesar de Kiryu ser a face de Yakuza, gostei mais de Majima. Tem uma melhor personalidade, mais forte, mais emotiva, ao que a história também ajuda, já que das duas, a de Majima é mais interessante, do meu ponto de vista.

    Pode-se dizer que temos 3 partes fundamentais: as missões da história, as missões secundárias e as restantes actividades. Contudo, há uma parte comum a todas elas: as lutas. É aqui que vamos passar boa parte do jogo, a malhar nos mânfios que ousarem atravessar-se no nosso caminho. Cada um dos personagens tem 3 estilos de luta diferentes e podemos mudar a meio das batalhas, conforme o que for mais adequado para os inimigos. A OST neste momentos é épica, desde as lutas nas ruas com os inimigos que vão aparecendo regularmente, como contra os bosses, que nos deixam mesmo "pumped" para aqueles momentos.

    Temos ainda as missões secundárias espalhadas pelas ruas, algumas com personagens e desfechos curiosos, e vários minijogos, alguns que nos permitem ganhar bom dinheiro extra.

    No entanto, considero que não é um jogo para todos. As vozes em japonês, só com as legendas em inglês, pode-se tornar estranho, principalmente para quem não tem grande contacto com a língua, por exemplo, através dos "animes". A história, apesar de ser muito boa e bem escrita, pode ser muito maçuda e chata para alguns.

    Resumindo, gostei bastante do jogo, confesso até que tive de apanhar boleia do "feels train" numa ou outra parte, e muita coisa para fazer e entreter a malta.
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